quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Parentes de irmãs achadas mortas no RJ serão ouvidos pela polícia

Parentes das irmãs achadas mortas em Belford Roxo após sair de uma casa de shows vão prestar depoimento nesta quarta-feira (27) na Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A Polícia Civil também analisa imagens de câmeras de segurança que possam ajudar nas investigações. Os corpos de Jéssica Oliveira de Souza, de 22 anos, e da estudante Ariane Oliveira de Souza, de 19, foram encontrados neste domingo (24) com marcas de tiros e sinais de violência sexual na comunidade Gogó da Ema, após saírem de uma boate em Nova Iguaçu.

Segundo o irmão das vítimas Diego Oliveira, as duas estavam sempre juntas e costumavam ir à Rio Sampa, na Via Dutra – que liga o Rio a São Paulo. No entanto, quando saiu para trabalhar na madrugada de segunda-feira (25), percebeu que elas não haviam chegado em casa. De acordo com Diego, vizinhos disseram terem ouvido gritos de mulheres nas proximidades do local onde as vítimas moravam.
"Eu vi no Facebook que tinham encontrado dois corpos de duas garotas abraçadas. Logo pensei que eram elas, porque elas são muito unidas. Elas curtiam mais festas em casa. Mas depois começaram a curtir essa Rio-Sampa. Elas sempre iam, mas sempre voltavam", afirmou ele, que, após ver a foto das irmãs na rede social, disse querer esquecer a imagem, porque gostaria de lembrar das irmãs no cotidiano.
De acordo com o delegado-titular Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), Pedro Henrique Brandão Medina, duas linhas de investigação estão sendo fortalecidas. No entanto, elas não podem ser reveladas para não atrapalhar o trabalho da polícia. Ainda segundo o delegado, os últimos passos de Jéssica e Ariane estão sendo reconstruídos com base nos depoimentos. Um dos fatos relatados é que as duas teriam tido os telefones celulares roubados antes de entrar na casa de shows.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, uma perícia de local foi realizada e os agentes aguardam o resultado do laudo da necropsia. Jéssica Oliveira de Souza deixou um filho de 8 anos, que já sabe do crime, segundo a família.

Fonte: G1

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